Depois de quase dois anos no online, é tempo de trazer os clientes de volta para as lojas físicas. E para isso as ativações em loja são uma peça fundamental.

No entanto, quando vamos a um espaço comercial, salvo raras exceções, deparamo-nos com lojas com pouco movimento, com os poucos vendedores visíveis ocupados nas caixas ou a repor, e muito pouca enfase na experiência de compra e no reforço da relação com o cliente. Inexplicavelmente, as lojas deixaram de ser pontos de atração para se tornarem pontos de exposição, tão ou mais desumanizadas quanto uma loja online.

Como se as marcas hesitassem sobre o rumo a tomar, ainda entorpecidas pelo efeito da pandemia que catapultou os clientes para o online e agora os devolve abruptamente para uma terra de ninguém.

“What consumers want”

Está na hora das lojas voltarem a ser um ponto de atração. Não porque o interesse no online vá desaparecer. Mas porque a loja física tem o seu papel a desempenhar para uma estratégia comercial de sucesso. É um espaço incontornável para reforçar laços e criar uma experiência de compra que aproxima e encanta os clientes, e que recompensa a sua fidelidade. Que o digam os gigantes do online que, regularmente, investem em espaços temporários para reforçar a relação com a sua clientela.

Mais uma vez, os consumidores têm hoje um ponto de avanço sobre as marcas. Estão de volta ao presencial, na rua, em eventos e nas lojas. Estão à espera de serem impressionados de novo pelas marcas. E as marcas estão à espera do quê?

Todos sabemos que a pandemia mudou a dinâmica da relação entre as marcas e o público. Tornou-o mais exigente e obriga à criação de uma experiência de compra omnichannel, harmoniosa, humanizada e consistente. E isto tem implicações quer para o digital que precisa de se humanizar, quer para o físico que precisa de se digitalizar, mas nunca sem deixar de cumprir a sua função de criador de memórias, e não simples vendedor de produtos.

“ A loja física tem o seu papel a desempenhar para uma estratégia comercial de sucesso.”

Potenciar a atração do físico: experiências em loja precisam-se.

Durante os dois anos de pandemia, muitas marcas contentaram-se em usufruir do capital simpatia dos anos pré-covid. No entanto, tudo tem um fim e muito mudou. Nomeadamente, o consumidor. Hoje em dia, as marcas não se podem limitar a esperar que os esforços de marketing tradicional deem os seus frutos. Aliás já no pré-pandemia, 93% dos consumidores afirmavam que as experiências e os eventos ao vivo têm uma maior influência sobre eles do que os anúncios televisivos. E o ponto de venda, especialmente para lojas proprietárias, é o espaço ideal para tornar as marcas de alguma forma memoráveis.

O facto é que as experiências incentivam eficazmente os consumidores a entrarem na loja. São, também, um pretexto para os reter mais tempo na mesma, pondo-os em contacto com o que a marca tem para oferecer, a interagir e a criarem laços. São uma porta de entrada para a construção de uma relação duradoura com os seus clientes.

“ As experiências incentivam eficazmente os consumidores a entrarem na loja. São, também, um pretexto para os reter mais tempo na mesma.”

O marketing experiencial: ferramenta fundamental para o futuro do retalho.

Algumas marcas excelam em transformar os seus pontos de venda em ambiente imersivos, como a Apple, a Starbucks, a Hermes, a Samsung ou a Disney, para citar apenas algumas. Ou em criar experiências que são autênticas ações de PR, como o IKEA que, desde 2011, muito antes de se falar em retalho experimental, orquestrava regulamente verdadeiras festas do pijama nas suas lojas.

Mas criar experiências no ponto de venda, não precisa de ser complicado nem bombástico. Precisa é de ser:

– pertinente para a marca, o seu território de atuação, os seus valores e sobretudo para o seu público. A marca e o momento têm de fazer sentido em termos de interação e servir um propósito em termos de comunicação;

– materializado de forma clara (self-explanatory), eficiente e eficaz, pensada ao pormenor e executada com qualidade, para servir o seu propósito de atrair, entreter. envolver e fidelizar;

– idealmente instagramável ou partilhável se preferirem, não só porque o social é importante em termos de buzz, mas também porque contribui para criar uma comunidade em torno da marca.

Não nos podemos esquecer que o marketing é o elo entre a marca e a vida real. E justamente, o marketing de ativação, mais especificamente de experiencial, permite envolver diretamente os clientes e leva-los a experienciar a marca, a interagir com a mesma na primeira pessoa e a criar memórias. Porque em última análise, o cliente não compra produtos, mas sim momentos.

Aliás, 98% dos consumidores declaram que as suas intenções de compram aumentam depois de uma ativação de marca. Para não mencionar o facto das novas gerações serem, na sua essência, experience-oriented. Investir em experiências no ponto de venda é, portanto, uma aposta importante e interessante. que aproxima a marca do seu público e acaba por trazer frutos. Até porque não hã melhor vendedor do que um cliente rendido à nossa marca!.

“ 98% dos consumidores declaram que as suas intenções de compram aumentam depois de uma ativação de marca.”

Humanizar o digital

Mas não são apenas as lojas “de pedra e cal” que precisam de ser ativadas. Também o online. E o que é interessante, é que as experiências de loja podem ajudar a potenciar uma loja online e vice-versa. Graças a uma ferramenta fabulosa, com resultados comprovados: os SaaS de liveshopping e os seus shoppable videos.

Hoje em dia qualquer ação de loja, ou de comunicação no mundo físico, pode ser potenciada no digital, graças à capacidade de incorporarmos uma dimensão transacional e interativa em qualquer vídeo. Seja ele gravado ou transmitido ao vivo. O potencial de qualquer ativação ou iniciativa na loja física pode assim ser exponencialmente alavancado, pois torna-se intemporal e transversal em termos de touchpoints.

“Hoje em dia qualquer ação de loja, ou de comunicação no mundo físico, pode ser potenciada no digital, graças à capacidade de incorporarmos uma dimensão transacional e interativa em qualquer vídeo. Seja ele gravado ou transmitido ao vivo.

É aqui que está o futuro em termos de retalho. Na capacidade, por um lado, de criarmos experiências relevantes e pertinentes que aproximem os consumidores do lado humano da marca, naquele que foi o seu território de eleição durante décadas: a loja física. Por outro lado, de fundirmos os espaços físicos, virtuais e de e-commerce, em prol de uma experiência de compra omnichannel imersiva, humana e criadora de momentos e memórias.

E justamente, estamos aqui para o ajudar a criar novas experiências de ativação. Somos early adopters. E é com uma visão omnichannel que atuamos para amplificar a sua marca no universo físico, digital e mais além…

Fale connosco: marketshow@marketshow.pt

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