“Uma erva daninha é uma flor sem um budget de marketing” (obrigado Rory Sutherland). Às vezes, a frase mais simples pode confortá-lo nas suas decisões, no caminho que você escolheu. Bem, eu própria acredito que, quando se trata de marketing, se uma decisão não o deixa um pouco desconfortável, provavelmente não é a ação certa, apenas a esperada. Sempre acreditei que, quando se trata de tornar uma marca relevante, precisamos de ser capazes de encontrar o equilíbrio certo entre seguir o caminho lógico e fazer exatamente o oposto. Isso é ainda mais verdadeiro em tempos de incerteza …

Um exemplo? Todos falamos sobre digital e sim, pessoas, marcas, empresas precisam de se tornar digitais. Mas será que devemos colocar no digital todo o nosso foco em termos de estratégia ou será este apenas um caminho que já deveriamos ter desbravado para chegar ao mercado. E quanto às pessoas? Que tal trabalhar com energias e emoções? E quanto ao mundo físico? A verdade é que as pessoas estão a regressar para uma (semi) normalidade: vão a concertos nos parques, vão à praia, reencontram-se com a natureza e velhos hábitos como piqueniques em família… e estão à espera de nós, marcas, agências, empresas, para os confortarmos na sua decisão de voltar a viver (com segurança) . Não acham?

Sophie Schmidt Miranda – Senior Manager & Marketer – Happy Choreagrapher at MarketShow since 2003.

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