Todos nós fazemos instintivamente curadoria de conteúdo para as nossas redes de contactos, quando pomos um like ou partilhamos um post no nosso perfil. Partilhamos conteúdo relevante para nós e para quem nos segue. Conteúdo que nos define e que cultiva a atenção que a nossa rede nos presta. Com as marcas é a mesma coisa.

Para manter uma marca top of mind junto do seu público e estabelecer a mesma como uma marca referência na sua área de atuação, é importante mantermos uma certa frequência de publicações nas redes sociais, e sobretudo partilhar conteúdo relevante e pertinente. Mas é incomportável e mesmo desaconselhado, limitarmo-nos a publicações próprias. É aqui que intervém a curadoria de conteúdo. Identifica (e partilha) o que é interessante e relevante para as suas personas, complementando a produção de conteúdo próprio: uma win-win situation para quem consome como para quem produz conteúdo.

O que é a curadoria de conteúdo?

A curadoria de conteúdo é um processo global e ao mesmo tempo detalhado e personalizado. Consiste num trabalho de pesquisa, contextualização e apresentação de materiais que sejam relevantes sobre determinado assunto ou área de interesse de um público-alvo.

Como parte integrante da gestão de redes sociais, é uma forma de manter para uma marca, a necessária e relevante frequência de publicações. Pesquisa, filtra e seleciona entre a imensidão de conteúdo disponível no universo digital (e não só). Aquele que é pertinente para as suas personas, e passível de ser partilhável e de gerar um volume de interações interessantes para as suas páginas. O objetivo: complementar a estratégia de produção própria de conteúdo, gerando valor para a marca e potenciando a relação entre marca e cliente.

“Como parte integrante da gestão das redes sociais (…)  complementa a estratégia de produção própria de conteúdo, gera valor e potencializa a relação entre marca e cliente.”

Porque é que é importante fazer uma curadoria de conteúdo?

Enquanto que consumidores, diariamente, somos bombardeados por  informação. Estima-se que a cada minuto, 168 milhões de emails são enviados em todo o mundo, 600 vídeos são partilhados no YouTube e 1500 textos em blogs. (Fonte: Go-Globe.com). Hoje, não é difícil encontrar informação sobre determinado tema. O difícil é filtrar o que é relevante e genuíno. A curadoria de conteúdo permite à marca prestar um serviço ao seu público-alvo, ao reter as informações que vai filtrando e ao partilhar as mais relevantes de forma contextualizada. Em contrapartida vê aumentar a relação de confiança com o seu público e reforça a sua imagem: uma situação com benefícios mútuos para ambas as partes.

Por outro lado, em função dos objetivos e perfil da marca e das plataformas de comunicação onde a mesma se exprime e se promove, há que manter um fluxo de publicações não só constante como relevante. Este fluxo pode ser mais ou menos elevado em função da marca, dos seus objetivos, da sua área de atuação e das plataformas em questão. Mas o facto é que para muitas marcas, o marketing de conteúdo é atualmente uma tarefa quase diária contrariamente ao que acontecia com os canais de comunicação tradicionais que não precisavam de ritmo tão elevado de injeção de novos conteúdos. E criar conteúdo original e relevante com uma tal frequência é tarefa impossível.

Diariamente, semanalmente ou qualquer que seja a frequência ideal, a mesma implica alguma capacidade de produzir conteúdo pertinente e partilhável de forma regular. Em termos de alocação de recursos e da complexidade da tarefa, é incomportável para as marcas, por maior que seja a sua equipa, depender unicamente de conteúdo próprio, para alimentar as suas redes sociais. Para contornar este problema, as marcas podem e devem recorrer de forma inteligente e útil à curadoria de conteúdo.

Last but not least, a curadoria de conteúdo é também uma forma de co-criação ou co-marketing implícito. A marca ao partilhar conteúdo de outros criadores não só estabelece-se como recomendador (e ganha alguma idoneidade ao fazê-lo) como também tece relações com os seus pares. E os seus conteúdos próprios podem igualmente vir a ser partilhados ou “like-ados” pelos mesmos ou por outros. Rapidamente vemos um ecossistema de criadores e de criação de conteúdo tomar forma, aumentando o reach e o engagement da marca ou empresa. Por outro lado, partilhar conteúdo de terceiros demonstra também a abertura da marca. Novamente, uma situação com benefícios mútuos para todas as partes envolvidas.

Por todas estas razões, a curadoria de conteúdo é portanto uma forma inteligente de entregar valor à sua audiência e deve fazer parte da estratégia de gestão das suas redes sociais. No entanto,  também aqui há regras e best practices. E que como em tudo, há que consumir com moderação.

“ É incomportável para a maioria das marcas em termos de alocação de recursos, depender unicamente de conteúdo próprio, para alimentar as suas redes sociais..”

Como funciona a curadoria de conteúdo

O sucesso de uma boa curadoria de conteúdo repousa sobre 3 pilares, sendo que todas as fontes e plataformas são válidas para encontrar os conteúdos adequados para as suas personas.

  1. Pesquisa: Acompanhar informações de fontes exteriores sobre um tema específico ou área de interesse. O trabalho de atualizar os conhecimentos sobre algo que diga respeito ao público e à marca, e escolher os mais convenientes.
  2. Contextualização: Selecionar as informações que dão sentido à comunicação da marca e contextualizar em termos de tempo, espaço e target. Dar a forma certa e o formato mais correto ao que será transmitido.
  3. Divulgação: O momento mais estratégico da partilha de conteúdos. Definir redes e canais, horário, dias. O processo totalmente personalizado para o público que queremos que receba a mensagem.

Mas não se esqueça: se a partilha de informação de outras fontes é importante, é também necessário manter a originalidade de conteúdos e essência da marca. O público procura temas de interesse, mas também está atento ao lado original e inovador de cada marca. Como em tudo, fazer curadoria de conteúdo não significa deixar de produzir os seus materiais próprios. Manter o equilíbrio entre produção própria e curadoria, é também um ingrediente de sucesso da sua estratégia de marketing digital.

Grosso modo, um bom ponto de partida é partilhar 40% de conteúdo próprio e 60% de conteúdo de curadoria e ajustar em função da reação do seu público-alvo. E não se esqueça, as redes sociais não devem ser vistas como o megafone gigante e particular da sua marca. Promover de forma continua e exclusiva branded content não é um fator favorável ao engagement. Muito pelo contrário. Alias, algumas empresas que apenas partilham conteúdo próprio acabam com um nível de engagement relativamente baixo enquanto que utilizar conteúdo pertinente, de fontes relevantes pode trazer uma lufada de ar fresco aos seus conteúdos e permite equilibrar o nível de conteúdo de autopromoção vs informação.

« Manter o equilíbrio entre produção própria e curadoria, é também um ingrediente de sucesso da sua estratégia de marketing digital.»

E justamente, estamos aqui para o ajudar a equilibrar e dinamizar de forma inteligente e útil a sua estratégia de publicação de conteúdo. Somos early adopters. Trazemos valências e experiência de ativação de marca do universo real para o universo digital. E é com uma visão omnichannel que atuamos para amplificar a presença da sua marca, no universo digital, e mais além… Descubra como o podemos ajudar. Fale connosco: marketshow@marketshow.pt.

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