São  o presente e o futuro das marcas. Um ponto necessário e imprescindível à construção de uma identidade genuína e relevante para cada negócio. Nos dias de hoje, e com o impulso que a própria pandemia deu a todo o mundo digital, estar fora das redes sociais é o mesmo que aquecer e não ir a jogo. E a estratégia de marketing de marcas, empresas e pessoas tem de integrar inevitavelmente estas plataformas de interação virtuais.

Mas, criar contas e apenas estar presente com publicações genéricas não é comunicar de forma eficiente nem ativar o público certo. E não significa automaticamente ganhos de notoriedade e imagem, nem mesmo geração e conversão de leads. Muito pelo contrário, pode ser dececionante e contraproducente. A estratégia de gestão de redes sociais envolve muito mais do que isso. É necessário perceber a orgânica de cada rede, idealizar presenças de forma assertiva e fazer uma gestão inteligente e pertinente de conteúdos.

O que são redes sociais e como diferem dos social media?

As redes sociais reúnem pessoas (no online como no offline), em função dos seus interesses ou valores. No caso que nos interessa são estruturas online, formatadas para permitir conversas e interações sobre determinado tema, a partilha de ideias e opiniões, e mesmo a criação de novas relações. O seu foco é claramente a interação entre pessoas com interesses comuns.

Os social media, por seu lado, são mais abrangentes. O seu objetivo é partilhar conteúdo e informação. Mas na prática, a fronteira entre uns e outros é não só muito ténue como está constantemente a ser alterada.  

Assim inicialmente, a mais icónica das redes sociais, o Facebook com os seus 2,6 bilhões de utilizadores, e o também  notável Twitter, pretendiam apenas pôr as pessoas em relação umas com as outras. Alias os slogans que utilizavam nos seus primeiros anos, demonstarm-nos bem.

Twitter: “A global community of friends and strangers answering one simple question: What are you doing?” . Facebook: “ An online directory that connects people through social networks at colleges.”

Mas rapidamente, o foco mudou das pessoas para os conteúdos. Assim, se o Twitter antigamente perguntava às pessoas o que estavam a fazer, “What are you doing”, agora está mais focado nos seus interesses: “What’s happening?”

Hoje em dia, quer o Facebook quer o Twitter funcionam não só como redes sociais, mas também como canal de divulgação de conteúdo. Por seu lado, canais “tradicionais” de social media, como o YouTube e o Spotify, que estão formatados na sua base para a divulgação e partilha de conteúdo, permitem já alguma partilha entre os seus membros.

A verdade é que os social media tendem cada vez a evoluir e a confundir-se com as redes sociais e vice-versa. A orgânica das plataformas de interação e de divulgação de conteúdo está longe de ser estática, com novas ferramentas de marketing a elevarem a fasquia para novas dimensões. Estamos na era do boom das ferramentas digitais, das redes sociais e das plataformas de social media em constante mutação, com a introdução regular de novas funcionalidades que prometem sempre revolucionar o mercado. Mas quais as redes sociais do momento ? E como as marcas as podem utilizar para ativar os seus públicos?

« Os social media tendem cada vez mais a evoluir e confundir-se com as redes sociais e vice-versa »

 

Redes sociais  e social media | O nosso top 5 na categoria dos clássicos e incontornáveis

Hoje em dia, existem centenas de apps que proliferam na categoria de social media .  E este pool de opções vai continuar a crescer. Mas destas, quais é que vão realmente fazer a diferença e impor-se na estratégia de social media e social networking das marcas? A resposta depende, é claro, da natureza da marca, do seu público e dos seus objetivos. Mas  no universo temporal do digital, algumas redes já ganharam o estatuto de clássicos incontornáveis …     

 O Facebook continua indestronável no topo das redes sociais com maior número de utilizadores em todo o mundo. É muitas vezes visto como a herança dos filhos para os pais. Inicialmente a faixa etária mais presente nesta rede social eram jovens, entre os 15 e os 24 anos. Procuravam descobrir novas pessoas, conversar sobre tudo e nada,  e partilhar ideias com novos amigos. Agora as faixas etárias mais novas rumaram para outras redes, em particular a geração Z. Dito isto, por aqui ficaram grupos de faixas etárias mais elevadas, dos (24 aos 44 anos (fonte Statista), com maior poder de compra e também mais facilmente incentiváveis à ação. É portanto uma excelente plataforma para as marcas promoverem os seus produtos. Este espaço virtual tem vindo a evoluir com as necessidades do mercado digital. Permite criar anúncios totalmente segmentados, páginas profissionais, espaço de Marketplace, transmissões ao vivo. Funcionalidades que podem e devem ser utilizadas em proveito da sua marca.

O Instagram abriu portas a um novo visual para as redes sociais. É um espaço onde as marcas podem comunicar para um público jovem, e até em média, aos 35 anos, sendo que 29.8% dos seus utilizadores têm entre 18 e 24 anos e 33%, entre 25 e 34 anos (fonte Statista). Tem por base a partilha de fotografias, vídeos e livestream, todos eles com componentes interativas que atraem cada vez mais utilizadores. O Instagram criou a ferramenta de loja, que permite ao público saber mais detalhes sobre os produtos do catálogo da marca e finalizar a compra num mesmo espaço. Um trabalho que pode ser feito em conjunto com o Facebook, através dos links das suas páginas. Também anunciou uma nova ferramenta para criar vídeos em direto com vários participantes e novas lives rooms onde é possível organizar conversas, podcasts ou concertos ao vivo, entre outras funcionalidades.

O LinkedIn é uma das maiores redes sociais para profissionais do mundo. Aqui, fala-se de marcas, de empresas, de mercados, de liderança e gestão de pessoas, e de oportunidades de carreiras. A comunicação deixa de ser essencialmente B2C para englobar B2B. Esta é uma plataforma que cresceu rapidamente ao longo dos anos e que atualmente já tem 690 milhões de membros em todo o mundo. Nesta rede social, as empresas procuram distinguir-se através de conteúdos pertinentes e inovadores, num mercado competitivo e entre profissionais.

O “velho” Twitter teve um novo recomeço naquilo que é a partilha de ideias e conceitos relevantes por parte de um público mais jovem, com mais de 50% dos seus utilizadores com idades entre os 18 e os 34 anos (fonte Statista). Pode não ser a plataforma com mais utilizadores,  mas é certamente a que tem um público mais ativo e envolvido nas notícias  e tópicos que por aqui se discutem: 500 millions de tweets são assim enviados em média por dia. As marcas estão aqui presentes para defender causas, tomar partido e participar numa “conversa” aberta com todas as pessoas. E o facto é que com os seus 353 milhões de utilizadores, o  Twitter tem ganho um novo fôlego, introduzindo novas funcionalidades e criando novos espaços de interação como os  Twitter Spaces.

E last but not least, não poderíamos deixar de mencionar, o Youtube enquanto que maior plataforma de partilha de conteúdo vídeo do mundo e segundo maior motor de pesquisa, depois do Google. Apesar de não ser uma rede social tradicional, tem um público amplo de mais de 2 bilhões de utilizadores que aqui passam em média, por dia, mais de 40 minutos. Existem conteúdos para todas as idades, estilos de vida, espaços geográficos… É uma biblioteca audiovisual de tudo o que podemos imaginar, e mais além… E é um ponto de passagem incontornável que contribui para ajudar a divulgar a sua marca ou empresa, num mundo em que o vídeo é uma ferramenta cada de vez mais valorizada e valorizadora. Mas atenção, também (ou sobretudo) aqui o desafio é ser relevante, pertinente e inspirador numa dimensão onde proliferam criadores e conteúdos.

Mas o que têm em comum estas redes sociais? Para além de serem redes de referência para qualquer estratégia de social networking? A sua capacidade de se reinventar… De estar atentos a novas tendências e de constantemente incorporar as mesmas em novas  funcionalidades que vêm enriquecer a sua atratividade junto dos diversos públicos.  Mas de que tendências estamos a falar? E quais os challengers a não perder de vista em 2021?

« O que têm em comum estas redes sociais que servem de referência para qualquer estratégia de social networking? A sua capacidade de se reinventar. »

 

As novas redes sociais e tendências a não perder de vista em 2021

À parte do vídeo, a grande tendência do momento são claramente as redes sociais que se baseiam no áudio, mas também os live que prometem revolucionar o e-commerce e o social shopping (mas deixemos este tema para um próximo artigo).

Aliás são as redes sociais e os social media que melhor tiram partido destas tendências, que estão hoje a atrair as gerações mais jovens, a geração Z e mesmo alguns grupos de millennials. É aqui que se desenha o futuro. E é aqui que enquanto agência testamos as ferramentas de social network marketing de amanhã.

O TikTok foi a rede tendência de 2020, fechando o ano com mais de 1 bilião de utilizadores ativos e mais de 2.6 bilhões de downloads nas app stores. É uma rede social extremamente popular entre os jovens, sendo que foi adotada maioritariamente pelos menos de 30 anos. A plataforma permite a publicação de pequenos vídeos que são visualizados em loop e aos quais, tal como no Snapchat, podemos adicionar efeitos, filtros de realidade aumentada, texto, musica e # para uma pesquisa otimizada de conteúdos. Mas a grande força desta plataforma é a sua capacidade de tornar viral os seus conteúdos, através dos desafios que vai lançando. Aqui, também grandes marcas já marcam presença, com conteúdos próprios ou desafios lançados.

Da mesma forma, e também tirando partido do poder de atração do vídeo, os Instagram Reels oferecem uma funcionalidade de criação de vídeos similar à do TikTok. Com um ruído publicitário ainda reduzido, os reels são uma interessante alternativa aos posts e às stories. E sobretudo, são um forma para o Instagram e para as marcas aqui presentes (diretamente ou indiretamente via os seus influencers) de ativarem a geração Z.

O Clubhouse, por sua vez, é a nova rede social fashion em 2021. Já terá ultrapassado a barra dos 10 milhões de utilizadores e em Portugal, em particular, os seus maiores fãs parecem contar-se na geração Y. O sucesso da plataforma deve-se em parte ao seu modelo de clube privado, mas sobretudo ao facto de usar apenas o áudio como forma de comunicação.. Numa altura em que as pessoas anseiam por real time conversation e social gathering, a plataforma dá corpo e voz a estes dois conceitos, com as suas salas de chat em áudio e ao vivo. Este mix de conversas de café, rádio e webinars, veio dar novas cartas no que toca ao social network marketing. E as marcas (e até os partidos políticos) já o perceberam e já marcam aqui presença, de forma mais ou menos óbvia.

À semelhança do Clubhouse, os Twitter Spaces inaugurados em Dezembro de 2020, são espaços de chat em áudio.  Tal como no Clubhouse, as oportunidades de monetização destes espaços peculiares de socialização ainda estão em aberto. No entanto, é claramente uma funcionalidade a não perder de vista quando  marcas e empresas começarem aqui a ensaiar os seus primeiros passos.  

Por fim, não podíamos deixar de mencionar a Houseparty, uma app de mensagens de vídeo em grupo que permite ter uma conversa em live e jogar jogos em grupo.  A lógica desta plataforma é que cada utilizador acaba por ter no seu telemóvel uma sala onde pode conviver e jogar com até 8 amigos. Durante a pandemia, passou de 1 a 50 milhões de utilizadores, quase exclusivamente da geração Z.  É uma mistura de Skype ou Zoom, com Instagram e Snapchat à qual se juntou uma pitada de Tik Tok. Uma rede que tem o mérito de utilizar como ingredientes principais as tendências que se vão afirmar como de futuro, o vídeo e o live, em modo convívio. 

« É aqui que enquanto agência testamos as ferramentas de social network marketing de amanhã. Os social media tendem cada vez mais a evoluir e confundir-se com as redes sociais e vice-versa »

 

E agora ? Como navegar no mundo das redes sociais? 

No universo digital, o comportamento dos consumidores e a sua forma de consumir conteúdos muda rapidamente. É importante que marcas e empresas consigam acompanhar as tendências. Mas nem tudo o que é tendência vai ser útil para as mesmas. É importante manter-se atento às novidades e experimentar novas formas de ativar nas redes sociais, mas é igualmente importante senão mais, dar prioridade a trabalhar de forma assertiva as plataformas que comprovadamente são mais interessantes para a sua marca.

A gestão de redes sociais é intrínseca ao conhecimento dos valores da marca, dos seus objetivos, da sua forma de comunicação e do seu público-alvo. Não basta estar, é preciso saber porquê, para quê e como. 50% das empresas em Portugal têm presença digital e fazem a sua gestão. Mas será que estão a conseguir impactar o público certo e da forma mais acertada? É importante compreender todas estas questões, sendo que cada rede social tem uma audiência, um perfil e características próprias. E nem todas permitem atingir os mesmos objetivos.

Qual o interesse e objetivo em marcar presença nas redes sociais? Qual o público da marca que estamos a trabalhar, e de quem queremos captar a atenção? Em que redes sociais faz mais sentido comunicar, tendo em conta os objetivos da marca? E como? Estas são algumas perguntas fundamentais para delinear qualquer processo de gestão de redes sociais.

« Não basta estar. É preciso saber porquê, para quê e como? »

E justamente, estamos aqui para o ajudar a responder a estas e outras perguntas. Somos early adopters. Trazemos valências e experiência de ativação de marca do universo real para o universo digital. E é com uma visão omnichannel que atuamos para amplificar a presença da sua marca, no universo digital, e mais além… Descubra como o podemos ajudar. Fale connosco: marketshow@marketshow.pt.

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